O Mistério do Planeta – Remolded by OJDH

Fazendo shows em homenagem aos Novos Baianos no projeto Outras Noites, brincamos de remodelar algumas das músicas divertidas e intrigantes desses caros doidos baianos. Escolhemos gravar “O Mistério do Planeta” e no fim fizemos uma versão da nossa própria versão. Tem um registro em video na TV Trama da primeira que estávamos tocamos nos shows. Essa é nova.

2012 com bons mistérios no planeta!

Ilustração: Gabriella Vallu

Anúncios

Novo clipe – Anoiteço

Está no ar o clipe da música “Anoiteço”, do nosso primeiro disco “O Quarto das Cinzas”

Direção e edição: Marcelo Tavares

Direção de Fotografia: Marcelo Tavares, Daniel Sandoval e Guilherme Beloto

Direção de Arte: Paulo Bourroul

Assistente de Câmera: Gabriel Sandoval

Cabelo e Maquiagem: Bruna Benemann e Bardot Salão

Figurino: Brechó Vó Judith e Namídia Comunicação

Participação: Beto Gibbs, Elisa Porto, Marisa Paiva, JulliPop, Bruna Benemann e Carol Narchi

Gravado em julho de 2011

 

ESTREIA | A CLARIDADE DO REAL NO NOVO VÍDEO DA BANDA O JARDIM DAS HORAS

A Serra da Cantareira em São Paulo serve como palco para o contraste entre o simples passar pela vida e o real viver que propõe a letra do mais recente vídeo da banda O Jardim das Horas, Anoiteço. Uma equação onde a luz é personagem principal, viva e pulsante pelas veias e ações da vocalista Laya Lopes e os vértices Carlos Eduardo Gadelha e Raphael Haluli. Essa onda de átomos luminosos que serve como anteparo para a bela fotografia de Marcelo TavaresDaniel Sandoval e Guilherme Beloto, também utiliza a pele da vocalista como tela. Revelando trejeitos e olhares de quem sente cada pulsação do viver pela epiderme.

A conjunção entre luz, cenários e história pede passagem como a vida. Acontece indepedente das vontades pré fabricadas e possui a gênese do sentir intensamente, como explicou o guitarrista Carlos Gadelha em entrevista àNego Dito. A banda queria deixar esse contraste bem claro com o ciclo da canção em sintonia com o vídeo. O  ritmo do dia e o viver automaticamente, em contraste com a noite e a pulsação de um show, lugar onde a genética dos vivos torna-se muito mais octaedracubana e latente.Contudo o sentir visceral não pode ser algo repleto de cronogramas. Assim também foi a escolha do roteiro. A casa na Cantareira, perfeita locação, tem o tiquetaquear do tempo a seu favor. Assim como a relação entre a banda e o diretor Marcelo Tavares, velho amigo do Jardim. Há tempos tramando um trabalho em conjunto, a canção, a casa e o tempo trataram de colocar as ideias em ordem. Nascia assim o registro clíptico.

O lugar inspirado fazia o germinar da história. Os dias belos e a luz natural da serra deslocavam pupilas ardentes pelo passar dos enquadramentos, colocando a banda à vontade nas cenas. Naturalidade tão aguda, que por muitas vezes fica no ar a impressão de que assistimos o decorrer normal das vidas dos integrantes. Um reality show mágico embebido na poesia da canção.

O Jardim das Horas convida a platéia ao acordar. Seja nas performáticas apresentações ao vivo ou quando a câmera parece deixar nossos olhos como os de uma pessoa que desperta pela manhã, inundados pela luz. Assistimos ao existir lúdico e intenso de Laya. Ela mostra que é preciso transpor a vida sem as amarras do cartesianismo barato. Sair do automático e sentir a claridade da consciência. O sacudir da alma é deixar-se levar pela canção que explode em cima do palco.

Essa naturalidade do sentir ao extremo a própria existência transcorre pelos acordes da canção. As claves que facilmente fundem-se aos seus ouvidos com beleza, são também uma evolução natural dentro do som da banda. Quando em 2007 o Quarto das Cinzas tornou-se Jardim das Horas os acordes eletrônicos tinham uma especificidade muito maior dentro das canções. Programações que geraram alquimias geniais como a junção entre Construção (Chico Buarque) e I Might Be Wrong (Radiohead). Entretanto o ater-se aos detalhes orgânicos nas estruturas musicais foi feito pé ante pé, equilibrando os dois lados da moeda até chegar o disco de 2010, O Quarto das Cinzas.

O vídeo de Anoiteço marca o ponto de maturação entre o digital e o analógico, com enquadramentos precisos e imagens que deixarão a imaginação tomar conta. Amadurecimento que marca também a participação da banda no Projeto Outras Noites. Uma compilação de shows onde artistas prestam homenagem aos festivais da canção de outrora. Como se o destino fosse belo redentor, O Jardim das Horas desenha as canções dos Novos Baianos. Uma banda que conquistou o coração do trio, segundo Gadelha, através da sofisticação e beleza das canções.

O que durante nossa conversa levou ao pequeno detalhe exclusivo. A banda, que já tem uma predileção pelas regravações, tem em seu projeto Remolded um verdadeiro laboratório de notas. Nirvana e Gilberto Gil já passaram por ele. Agora (e muito em breve) é a vez dos Novos Baianos.

Os ouvintes, vivendo menos cartesianamente, aguardam.

Por Fabio Navarro

no site: www.negodito.com

Outras Noites em 2011

Em 2011 recebemos o bem vindo convite de um grupo de ousados e corajosos paulistas que resolveram organizar um festival com a participação de mais de vinte bandas e artistas da cena atual paulistana.

A ideia é homenagear a “era dos festivais”, inspirados no filme “Uma noite em 67”. Os artistas do festival de 67, somados a outros importantes nomes deste período, foram escolhidos para receber as homenagens dessa nova geração de músicos em diversos shows pela capital paulistana.

De presente recebemos a missão de homenagear os Novos Baianos, grupo inusitadamente genial dessa época. Pra nós, uma honra e um grande prazer fazer essa homenagem e participar do projeto Outras Noites.

Divulgamos sempre as datas e informações dos show em nossas páginas no facebook, twitter e aqui na agenda.

Mais sobre o projeto Outras Noites no site http://www.outrasnoites.com.br

 

1º disco “O Quarto das Cinzas” disponível pra download!

Visite o nosso site oficial  você pode baixar o disco na íntegra: www.ojardimdashoras.com.br

Com 12 faixas, e mais uma surpresa acústica, “O Quarto das Cinzas” foi produzido pela própria banda em parceria com Paulo Beto (Anvil FX) e Dustan Gallas (Lucas Santtana, Cidadão Instigado, Júpiter Maçã), recebeu o apoio do Projeto Pixinguinha da Fundação Nacional das Artes e ganhou lançamento pela gravadora (©urve)music™.

O resultado final do álbum é “delicado”, “charmosamente dançante” e “repleto de boas surpresas”, de acordo com resenha publicada na Rolling Stone (nº42). Também pudera: enquanto a melodia vocal de Laya Lopes exibe uma brasilidade inconfundível, a linha instrumental de Carlos Eduardo Gadelha (Guitarra e Programação) e Raphael Haluli (Baixo) leva o ouvinte até o universo de Massive Attack e Portishead. É como se trip-hop fosse feito no Brasil no final dos anos 1960, auge do movimento tropicalista – ou, nas palavras da própria banda, “é a fusão da música moderna eletrônica com as raízes musicais brasileiras”.

O disco O Quarto das Cinzas ficou em 9º lugar no Votorama da MTV (melhores discos de 2010), vem recebendo boas críticas por todo Brasil e teve sua capa divulgada no site ffffound!!! O maior site de referência de design do mundo.

 

#Remolded by OJDH – Something in the way – Nirvana

Nosso Remolded #3 em homenagem aos 20 anos do disco Nevermind do Nirvana.

Aproveite, escute, baixe, espalhe!

Baião-de-quatro!

 Foi quente, apesar do frio paulista, com abraços fortes, sinceros e principalmente boa música aos ouvidos de quem quer transbordar.
Bela tarde, noite, belo encontro de pessoas com coragem de se lançar.
Gratidão.
Laya

Novo Single! “Parece Meu”

  desculpa esse jeito

        parece meu

   mas descobrindo não é ..

  .nova música

  .download gratuito

.clique na seta do lado direito do player

Fez o download? Gostou? Quer contribuir com a banda? Além de divulgar para seus amigos, você pode fazer uma contribuição no valor que quiser!

Clique aqui: